Aquella tarde
Ha sido un sueño.
He remado con el barco para el nada
mientras tu me hacia preguntas estrañas.
De la vida,
de los dias
he visto en tus ojos una pasion gigante por las cosas que te gustaba,
y eso, parecia dejar aquell día frio un dia de verano.
Tinto de verano.
Misto quente.
Entre un baso y otro de vino, la vida parecia hacer mas sentido,
el dia se hice mas bello com todo lo que había pasado
una vez
un momento
así como un sueño.
quarta-feira, 30 de março de 2016
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Sobre o fim
Preencho
O vazio
Com fumaça
E outras pessoas
Que não completam
Nem a metade
Do que a gente viveu
O vazio
Com fumaça
E outras pessoas
Que não completam
Nem a metade
Do que a gente viveu
Passou
O tempo que ia durar
E não durou
A viagem marcada
Que não aconteceu
O tempo vai passando
E por mais uns dias
Sinto
Continuo sendo teu
E não durou
A viagem marcada
Que não aconteceu
O tempo vai passando
E por mais uns dias
Sinto
Continuo sendo teu
domingo, 16 de março de 2014
Estou completamente apaixonado.
Essa é a frase mais difícil de um homem falar. Seja para uma mulher, seja para seus amigos.
Apaixonar-se é babaca, é estar vulnerável. Ser idiota e fazer coisas que em sã consciência tu jamais faria.
É aguardar, esperar, pensar.
É o que faço nos últimos dias.
Nada de produtivo.
Como toda paixão, vem e vai embora assim como chegou.
Sem dar adeus, sem satisfação e batendo a porta sem trancar, deixando uma pequena fresta
onde a gente enxerga um futuro que não vai existir.
É tudo tão rápido, inesperado e quando a gente menos espera.
Quando a gente acha que encontrou o rumo da vida e ta tudo dando certo.
Quando tu sai com uma garota que tu acha legal, quando tudo anda no trabalho.
Surge uma terceira pessoa. Uma pessoa que bagunça com tudo isso e te mostra que não da pra se levar tão a sério assim, no momento da tua vida que tu mais precisa se levar a sério.
E o pior é quando essa pessoa senta na tua frente, o dia inteiro. Seus pés se encontram mais de uma vez por dia no trabalho por baixo da mesa e toda a manhã tu tem a árdua tarefa de olhar nos olhos dela e dizer bom dia.
Gostar de alguém é tão doloroso e ao mesmo tempo mágico, é uma felicidade absurda estar ao lado de alguém assim e um inferno quando se fica longe, pior ainda quando se está longe estando tão perto como nesse caso, dividido por duas telas de computador.
Como diz Bukowski a vida é cheia de armadilhas. Caímos em várias mas precisamos saber distinguir elas antes de entrar na arapuca e tirar da situação um poema.
Essa armadilha já me rendeu bons poemas e esse texto que agora escrevo.
O aprendizado fica, mas é esse jeito inconsequente de viver a vida que de alguma forma vale a pena. É o que marca. Tudo seria tão tedioso se isso não acontecesse. É uma sensação boa mas ruim, onde a gente tira o que foi bom e tenta mandar logo embora tudo aquilo que não foi.
Aquele vinho que seria tomado no inverno, as fotos que não foram tiradas, a minha tentativa de ser sério e ser desmascarado por uma garotinha que acabou de sair das fraldas me mostrando que eu me levo a sério demais e a vida é bem mais que isso, bem menos que isso.
Trilha sonora para o texto: The Moon Song (HER)
Essa é a frase mais difícil de um homem falar. Seja para uma mulher, seja para seus amigos.
Apaixonar-se é babaca, é estar vulnerável. Ser idiota e fazer coisas que em sã consciência tu jamais faria.
É aguardar, esperar, pensar.
É o que faço nos últimos dias.
Nada de produtivo.
Como toda paixão, vem e vai embora assim como chegou.
Sem dar adeus, sem satisfação e batendo a porta sem trancar, deixando uma pequena fresta
onde a gente enxerga um futuro que não vai existir.
É tudo tão rápido, inesperado e quando a gente menos espera.
Quando a gente acha que encontrou o rumo da vida e ta tudo dando certo.
Quando tu sai com uma garota que tu acha legal, quando tudo anda no trabalho.
Surge uma terceira pessoa. Uma pessoa que bagunça com tudo isso e te mostra que não da pra se levar tão a sério assim, no momento da tua vida que tu mais precisa se levar a sério.
E o pior é quando essa pessoa senta na tua frente, o dia inteiro. Seus pés se encontram mais de uma vez por dia no trabalho por baixo da mesa e toda a manhã tu tem a árdua tarefa de olhar nos olhos dela e dizer bom dia.
Gostar de alguém é tão doloroso e ao mesmo tempo mágico, é uma felicidade absurda estar ao lado de alguém assim e um inferno quando se fica longe, pior ainda quando se está longe estando tão perto como nesse caso, dividido por duas telas de computador.
Como diz Bukowski a vida é cheia de armadilhas. Caímos em várias mas precisamos saber distinguir elas antes de entrar na arapuca e tirar da situação um poema.
Essa armadilha já me rendeu bons poemas e esse texto que agora escrevo.
O aprendizado fica, mas é esse jeito inconsequente de viver a vida que de alguma forma vale a pena. É o que marca. Tudo seria tão tedioso se isso não acontecesse. É uma sensação boa mas ruim, onde a gente tira o que foi bom e tenta mandar logo embora tudo aquilo que não foi.
Aquele vinho que seria tomado no inverno, as fotos que não foram tiradas, a minha tentativa de ser sério e ser desmascarado por uma garotinha que acabou de sair das fraldas me mostrando que eu me levo a sério demais e a vida é bem mais que isso, bem menos que isso.
Trilha sonora para o texto: The Moon Song (HER)
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Mulheres
As mulheres
Que saio
São vitmas
Do meu corpo
Se abrem
Como flores
Sobre sua vida
Sobre seus problemas
Sou mais intimo
que melhor amigo
Só uma noite
Abrem as pernas
Logo depois a vida
Ouço tudo
Falo pouco
Sinto o cheiro
Sinto a carne
Sinto a dor
Do dia seguinte
Da espectativa
Do acontecimento
Do leve sorriso
Solidão.
Ela
Hoje não dormi
Pensando nela
Naquele olhar malvado
Nessa falta de cuidado
Que ela me causa
Que fez eu cair em suas teias
Me sentir como uma presa
Sou devorado o dia inteiro
Aos poucos
O dia passa rapido e as noites ficam pingando
No sonho ela aparece
Com aquele sorriso
Aqueles lábios
Tira meu foco no dia
E sono na noite
E esperma qndo estamos juntos
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Fresca
Algumas pessoas perdem a graça.
Simples assim.
Pode ser por um olhar
Uma frase
Uma resposta
Caminhar na chuva pode ser poético
Ou ser esmagado se visto por alguém sem alma
Simples assim.
Pode ser por um olhar
Uma frase
Uma resposta
Caminhar na chuva pode ser poético
Ou ser esmagado se visto por alguém sem alma
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Aqui estou bem na chuva
Indecisão e frieza.
Não sei mais o que é bom ou ruim.
Se ligo ou não ligo.
Se está chegando no fim.
O que era vazio vai se preenchendo.
A indelicadeza faz as mãos na virilha perderem todo sentido.
Voe passarinho, e se um dia me pertenceu volte a mim.
domingo, 10 de abril de 2011
A Beleza
Uma linda mulher sentou do meu lado por alguns minutos em uma festa.
Na realidade, fui eu que sentei ao seu lado, na espera de um amigo que já caia
em devaneio nos braços de uma bela moça que metralhou seu corpo inteiro
com olhares, sem deixar apenas um único furo nele.
O silêncio é algo que encomoda todo mundo.
Isso já é mais que óbvio só pelas conversas de elevador ocas e sem sentido
que naqueles poucos segundos particulares com uma pessoa estranha
sentimos a necessidade de pelo menos um "será que vai chover hoje?".
No meu caso não havia elevador. Não havia nada para me forçar a falar
com alguém que não estava dando a mínima bola pra mim a não ser o motivo da beleza,
que fazia um pedaço do meu subconsciente alcoolizado sentir uma extrema leveza
e um nada a perder por fazer qualquer pergunta esdrúxula para receber um olhar
de ódio ou simpatia.
As perguntas saíam, a resposta era seca como a areia de um dia ensolarado.
Olhando para o nada, ela me respondia tranquilamente sem mover um músculo
de seu corpo para me lançar um olhar vazio, sombrio, com nada.
A beleza exterior era divina e a interior um saco de lixo.
O ego se massageva a cada pergunta que eu fazia e com respostas sem serem seguidas
de perguntas, e eu insistia para ver o limite que aquela mulher chegaria.
Quando olhei para o lado mal tinha percebido e aqueles longos cabelos loiros pouco ondulados
estavam partindo. Sem um tchau, sem prazer, apenas seguindo seu rumo para continuar a noite longe de mim, que em menos de 5 minutos e muitos segundos de silêncio parecia ter me
tornado insuportável.
Sem o amargo, o doce nunca é tão doce. Assim ontem provei o amargo, e dele tirei um texto doce. Vi que perdi o momento de ter meu doce quando deixei o que estava na mão para procurar o que estava em apuros. Somos todos assim: completos insatisfeitos.
Por essa insensatez cometemos tudo para continuar da dúvida frequente de obter o que ainda
não temos. Seja para subir um degrau nosso ego, seja para atingir um novo patamar na vida, seja para encontrar o amor incompleto que faz você correr atrás das coisas que nem imaginaria.
terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
As coisas que não devíamos ter feito mas o instinto faz.
O sabor de adiar não teve seu momento, o instinto foi fome.
O vazio dentro da gente fica mais oco, como se sentir doente.
Uma dor de garganta que não da cansaço, uma gripe que não da febre
e uma atitude que não leva a outra.
A surpresa.
Surpresa de fazer o que deu na cabeça, arriscar para melhorar o que não pode piorar.
O momento.
Momento de se revigorar e mostrar que todo momento há uma nova chance de virar o jogo.
Para melhor.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Atrevida
Abriu a porta só de calcinha, exibindo sua quase nudez para
o corredor vazio naquela manhã chuvosa que de nada servia.
Na hora da despedida eu boa semana ela boa sorte.
domingo, 27 de março de 2011
Chimarrão na chuva.
Palhaço
Nariz de palhaço
Te vejo a todo momento
Nunca estamos juntos
Um único beijo
Insistência
Penso que sim
Sinto que não
Fico na guarda
faixa de gaza
Sem emoção
Mínima graça
Bom pros outros
Ruim pra mim
domingo, 2 de janeiro de 2011
Corrida Com a Morte
Acidentes no trânsito é uma coisa que incomoda todo mundo.
Tanto pelo motivo de ser uma fatalidade como pelo fato de obstruir a lei da vida, que os mais velhos morrem antes dos jovens.
A cada final de ano ou em datas comemorativas ligando a televisão ou lendo um jornal o sangue escorre, deixando nossas mãos ensanguentadas por imaginar o buraco de queda livre que a família vai viver com uma perda que como se não bastasse, ocorreu entre datas especiais no catolicismo. Marca.
A polícia rodoviária nesses feriados precisam deixar o café preto e seus lanchinhos da tarde de lado e arregaçar as mangas.
É a hora do trabalho.
As vezes penso no trabalho desses caras: passar o dia perambulando em estradas e volta e meia ver corpos entre ferragens de veículos não deve ser nenhum pouco agradável, principalmente depois de passar quase um ano inteiro se alimentando como porcos em uma sala.
No ano inteiro, seu trabalho consiste apenas em ver o movimento passar, e muitas vezes, multar pessoas inocentes que não bebem e não são delatores apenas por ter seus documentos do carro atrasados.
Esses acidentes de trânsito realmente doem, mas o que aumenta a raivar dos cidadãos mesmo são os sujeitos que enchem a cara por aí achando que são invencíveis e dirigem pelas auto-estradas como se não houvesse amanhã.
Geralmente garotos criados a leite de pêra, que apesar de passarem em uma universidade particular ganharam seu carro novo para contribuir com a emissão de CO2 e quem sabe, com menos algumas pessoas que completam famílias atualmente. Ou então alguns tiozões mesmo, que passam dos limites na bebida por não funcionarem mais muito bem com suas mulheres e essas ocasiões são as chances de meter o pé no acelerador e fazer seu coração bater mais forte pelo menos em uma estrada. Os prostíbulos estão cheios de velhos desse tipo, mas ainda tem os que preferem estradas e cheiro de gasolina.
Uma das soluções para isso, acredito que seria o aumento de transportes públicos e maior utilização de rodoviárias. Profissionais capacitados levam pessoas a lugares onde elas querem.
Menos glamour? É claro. Imaginem o quão difícil seria para um sujeito que não é nada sem seu carro andar de ônibus para cima e pra baixo. Algo como se sentir chorume, o suco do lixo.
Estes ainda são problemas que assolam nossa geração, e muitas vezes fazem datas especiais se tornarem datas problemáticas, onde a cada ano novo natal ou carnaval fazem você se lembrar de pessoas especiais que se foram.
Lembranças que vem como as que vieram da do ano que se foi, o dia das crianças que hoje não é comemorado por um adulto, ou o segredo de Noel que a criança deixou de acreditar.
Não tem mais volta.
sábado, 13 de novembro de 2010
Um garoto bom que lê coisas ruins.
É,
é assim que tenho me denominado ultimamente.
Um cara que estuda, trabalha em busca de um lugar ao sol na profissão e final de semana sai para bebericar com algumas garotas ou com os amigos.
Até aqui tudo simples. Coisas básicas da vida de qualquer estudante interiorano ou mesmo da capital que já está achando tudo um saco sem muito charme para o que era há alguns 4 anos atrás.
Isso pode ser culpa do Hunter Thompson com seu olhar pessimista e ácido sobre quase tudo que escreve. Falar coisas que deixavam Nixon se sentindo uma merda de cachorro a cada jornal ou revista que faziam seus olhos sangrarem de raivar pelas críticas ao seu governo feitas por um cara que destruiu o American Dream em Medo e Delírio em Las vegas e como se não bastasse surgiu quase que do nada e virou um líder de opinião, criticando o academicismo da comunicação e os pesadelos de cada jornalista engravatado fazer de suas versões de fatos uma não-história.
Acho que não necessariamente você é o que você lê, mas o que lê influencia o modo das coisas que você vê. Como diz OSHO, tudo o que você monta de desgraças ou coisas impondo limites para sí mesmo não passam de ideias na sua cabeça, e o que você lê, vê e interage afetam criando consequências para isso.
Ler e depois trazer a versão dos fatos é algo realmente muito importante que vai depender invariavelmente da sua bagagem cultural. Melinda e Melinda do Woody Allen pode ser um bom exemplo de como uma mesma história pode ser contada com olhares completamente diferentes dependendo de seu narrador.
Todo mundo sabe disso, posso tá aqui falando coisas óbvias mas o que importa é que acho que o que você lê realmente pode fazer você ou dar máscaras a seu ser.
Atualmente estou lendo A Grande Caçada aos Tubarões no Hunter Thompson, e o próximo livro será Delírios Cotidianos do Bukowski.
Boa sorte para o meu destino.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Romance nos livros e filmes. Sexo na vida real.
A vida é muito simplista.
Nada de domingos ensolarados
com os mais mais intensos verões.
Deixamos tudo isso para os livros.
Aqueles livros que nos fazem quase virar
uma noite em claro para ler, que nos fazem
ficar mais tempo com a cabeça no travesseiro sem dormir,
que a gente relê algumas páginas para refletir, e na sorte,
ver alguma nova situação daquilo que já foi lido mas não foi visto.
Nossa vida real merece o sexo.
O toque. A meia-paixão.
O meia hora pós cerveja no bar.
Nos filmes vemos o lado poético da paixão,
a loucura do encantamento em doses homeopáticas.
As conversas que não chegam a lugar algum
porém levam nossa essência tão longe.
Nossa vida é nua e crua.
Sem cuspe. Com pouca poesia.
Primeiro o sexo. Depois paixão.
Azarado de nossos avós que tinham
de se casar para sentir o gosto da maçã,
e ainda sem aquele sabor de fruta mordida.
O romance é a ficção do nosso dia a dia.
Daqueles que a cada livro que lemos
ou filmes que assistimos julgamos seriamente
ter acontecido algo parecido um dia.
Com a gente.
sábado, 17 de julho de 2010
Dia de Chuva
Num dia de chuva aquilo que pensamos vai água a baixo
A essência da gente bate na cabeça tentando sair.
O eu sente vontade de se expressar mas sabe que nada vai sair.
Acredito que em dias de chuva nossa sensibilidade fica a flor da pele louca, insana, incrédula.
Dias de chuva são bons pra pensar, refletir, não fazer nada.
Escrever algo sem sentido, dar descarga nos pensamentos.
fazer isso, sim.
sábado, 12 de junho de 2010
Hoje me deu vontade de conversar com ela.
Ir em um bar beber conversa e jogar cerveja dentro de um copo.
Falar da vida dos outros, da vida dispersa com o tempo.
Tomar uma pisada de um salto alto.
Lembrar de um vinho que não foi tomado no inverno.
Colocar meus olhos no bolso e voltar pra casa.
Com um sorriso de canto de boca que atrapalha a passagem dos carros na rua.
Com um cigarro que não termina ao chegar perto da boca.
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