sábado, 26 de julho de 2008

Já imaginou o mundo sem a Propaganda?


Hoje vi o último episódio da primeira temporada da série MADMEN.
Para quem não tá ligado, MADMEN é uma série que fala sobre a vida de um publicitário.
O personagem Don Drapper trabalha em uma grande agência da famosa 5º Avenida em Nova York e tem uma vida hardcore, lidando com família, amantes e dirigindo a criação da agência onde trabalha.
Mas estou aqui pra falar minha emoção nesse último episódio. Coisa que sempre penso quando vejo tanto uma apresentação afuder ou quando vejo uma idéia do caralho como a que ele mostrou neste último episódio, apresentando um conceito para um produto que projeta fotos, da marca kodak.(não vou contar o resto aqui.Vejam que vale muito a pena!)
Naquele momento, pensei em como seria o mundo sem propaganda. Muitas pessoas criticam nossa profissão tratando ela como uma mentira, algo que tem um impacto negativo na sociedade fazendo que as pessoas comprem o que não precisam, consumam marca etc...
Bom, e se a propaganda gera tudo isso já pensou num mundo sem ela?
Já pensou se todos nós fossemos apenas mais um no meio da multidão.
Seres humanos saídos de uma indústria, não se importando em ser o melhor, buscar novos desafios, tomar um bom whisky ou então dirigir um carro conversível. Tudo sendo absolutamente normal.
Eu acredito que o maior dom de um homem é sonhar, e para isso existe a propaganda.
Para você comer o melhor sorvete de sua vida, sentir a diferença de status de dirigir uma ferrari ao invéz de um uno-mille ou então mergulhar no mar mais azul do mundo. Nunca vendemos apenas um produto, vendemos um momento único na vida, uma vitória, um sonho a ser realizado.
Tiramos aquela monotomia de acodar todo dia e tomar seu café apenas com uma margarina, ir pra o trabalho apenas de carro, trabalhar em um micro-computador, todas coisas sem nome, sem diferencial. A propaganda evolui junto com a sociedade e a sociedade exije propaganda.
A cada novo passo da humanidade surge um novo meio de comunicação, uma nova maneira de falar com o público, novos desejos que precisam ser realizados.
E uma perscpectiva melhor para o amanhã.
É, não consigo imaginar o mundo sem propaganda.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

O Bom e o ruim não existem.

O Bom e o ruim não existem.
Foi essa a conclusão que eu cheguei hoje pela manhã quando estava caminhando rumo ao trabalho.
Afinal, o bom e o ruim são uma coisa completamente relativa ao momento e a situação.
Vejamos:
Você está na boa, tendo uma vida razoavel, algumas coisas dão certo e outras nem tanto, mas tá bom, tá valendo. De repente acontece alguma coisa com você do tipo, cair de uma escada, pagar caro pra entrar em uma festa e não pegar ninguém, te dá uma caganeira, foi atropelado, rodou na prova que poderia ter estudado, alguém com asa sentou do seu lado no ônibus e mais um monte de coisas que não me vem na cabeça mas acontecem. Lei de Murphy. Não duvide.
Aí, o ruim ficou pior. E aquele ruim de pouco tempo atrás você vê que até que tava bom. Dependendo da catástrofe que te aconteceu, até que estava ótimo.
To lôuco, ou alguém já tinha pensado nisso antes???

domingo, 11 de maio de 2008

A vida

Tem vezes que a vida passa.

Cheira a fumaça.

Vezes, ela desce como um vinho.

Nos embriaga.

Mas a vida é realmente verdadeira quando desce
como um gole de whisky.

Ferve na garganta e a cada gole nos mata.

*Poema meu escrito em um velho caderno que achei nesta semana.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Hoje o dia ta com uma cara de sábado, amanhã vai ser feriado.
A semana passou rápido, e vai passar mais depressa ainda, embora sexta tenho trabalho.
Mas esperei muito por esse feriado, a semana foi chata pra caralho. Tudo deu errado o que podia e o que não podia, desde layouts desastrosos, aulas perdidas e insatisfação pessoal.
Mas isso acontece, afinal a cabeça de um criativo passa por todas essas icógnitas o tempo inteiro.
Mil trabalhos prazos pequenos e sua cabeça tem que estar a mil, sempre.
Isso é quase uma Catarse, ou melhor é uma por que a cada palavra que eu escrevo aqui sinto um peso enorme saindo das minhas costas.
Bom, sei que esse feriadinho veio na hora certa e tudo o que aconteceu essa semana, tudo mesmo passou, e sexta feira vou voltar destruindo com tudo porque eu quero maiS do que nunca ser um Diretor de Arte fodão e sei que a estrada é longa mas eu tenho muita paciência, pouca idade e um tanque cheio de gasolina.

domingo, 13 de abril de 2008

Anos 80 em 08


O estilo Hair anos 80, atitude em palco hard, vocalista suicida. Tudo parece muito peculiar para os anos de hoje, onde o rock moderno e as músicas comercias dominam o mainstream.

Tudo é tão artificial que consumimos música como alimento, compramos o CD passamos para nosso aparelho móvel e digerimos ele em algumas semanas.Passam os dias o CD está atirado em algum lugar de sua casa empoeirado, e você procurando algo novo em uma loja ou então internet para seu apetite.

Cansados desse círculo vicioso 4 garotos da suiça resolveram botar pra quebrar literalmente e mostrar que a força hard anos 80 não morreu. O sexo regado a whisky continua e os riffs agressivos e empolgantes de bandas como Poison, Motley Crüe, Gun n'Roses,Skid Row e Danger Danger entre outras criaram, continuam em alta conquistando adolescentes de saco cheio das múicas de sempre e as modinhas do momento.

O vocalista Dave Lepard se suicidou em 2006.Realmente pensei que seria o começo do fim de uma das melhores bandas que já tinha ouvido ultimamente, com uma musicalidade sem frescura e musicos puros, tocando realmente o que gostavam, ouvindo a mesma coisa que eu curto em casa, conseguiram fazer sucesso na sua terra e logo depois estorar em varios lugares do mundo.

Depois da morte de Dave Lepard a banda deu um tempo mas voltou com um finlandês no vocal que não me vem o nome na cabeça. Baixei o CD dos caras, admito que deu medo de ouvir a primeira música, afinal não é sempre que se troca o frontman de uma banda e você a ouve sem receio. Você sabe que algo mudou, desde a foto do encarte aos primeiros riff 's de guitarra você sente que alguma coisa está diferente.

Masfui lá e ouvi, achei estranho nas primeiras vezes mas depois começei a gostar bastante. In the Raw, músíca que abre o CD, tem um riff de guitarra pesado e um refrão chiclete de ouvido.

É, em pleno ano de 2008 pode se dizer que existe hard rock. E de qualidade.
Segue o link de do ultimo CD dos caras.
Para quem curte ou quer conhecer vale a pena conferir:

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

A estética do medo

Hoje em dia uma das coisas que mais nós publicitários temos que nos preocupar é com a imagem que vendemos. Uma ferramenta tão poderosa como a propaganda as vezes cultua o intangível, aquilo impossivel de se ter mas ao alcance de se ver. Coisas que aguçam nossa visão e a partir daquilo pode influenciar toda nossa vida.
O 2º viral da Dove foi lançado já faz um tempinho, mas como não tinha o blog naquele tempo e o tema deste vídeo é tão atual e já me fez uma porção de vezes filosofar sobre ele, decidi passar minhas idéias para o papel, ou melhor, para a tela!
Nas páginas das revistas vemos muitos cabelos cedosos, fotos exuberantes com uma pele incrível e corpos esculturais como nunca você viu em uma praia.
A sociedade de hoje cada vez mais se preocupa com a estética do corpo. Quanto é o tempo gasto de pessoas em academias para parecer com alguém que você viu em uma campanha de moda ou então dançar com roupas mais refrescantes em uma festa de música eletrônica? Quantas são as mulheres que entram em uma dieta reforçada ou então simplesmente param de comer pondendo ter doenças como a bulimia e podendo leva-las a té ao óbito?
A sociedade de hoje se encontra em um universo irreal, algo que não existe. Todos que lutam por essa estética, lutam por o impossivel . Por uma beleza platônica que nunca conseguirão alcançar.
Sem mais pontos de vista lnaço o vídeo assim vocês completam como quiserem.

http://www.youtube.com/watch?v=JaH4y6ZjSfE

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Qual será o nosso futuro?


A cada dia que entro de cabeça em matérias e jornais sobre comunicação e publicidade logo penso nisso. Nossas mídias tradicionais nada mais são se não um cisto nos olhos do povo, serve só para encomodar na leitura.
Em São Paulo, houve recentemente um evento onde a imprensa discutiu sobre o futuro da mídia impressa no país, um assunto que creio eu é de extrema importância, pois a cada dia que passa a inclusão digital cresce, e no momento que ela estourar, ou seja, ser acessível a tudo e a todos o que será das mídias tradicionais?
Quem é publicitário ta careca de saber umas das frases "The Best Clichês of Propaganda", aquela: "quando um novo meio de comunicação surge, o outro não acaba, ele se transforma" e como nada se cria, Lavoisier já havia dito esta frase em meados de 1780 mas se referindo a natureza. Há!! Mas aqui pensamos de modo mais amplo...e avançado, pois a Inclusão Digital está ao par de nosso futuro. Antigamente, o amigo anunciante que colocava um anúncio para divulgar seu produto em uma revista qualquer que se encaixa-se em seu público vendia seu peixe sem problema nenhum...mas hoje o jogo é diferente.
Estamos enfrentando uma fase complexa, onde ontem era o dia da caça e hoje é o dia do caçador. Pois hoje, o cliente canta alto, pra falar a verdade canta mais alto que você pensa. Pois ele é uma pessoa bem informada, sabe o que é bom e sabe acima de tudo sabe escolher bem. Ele consegue avaliar as vantagens e como ninguém aprendeu consigo mesmo a "Arte de comprar".
Os anunciantes a todo momento se vêem preocupados, com receio e sem arriscar se o novo funciona pois estamos em uma nova época, época de testes onde averiguamos resultados com base no feedback de compra.
Marketing Guerrilha, Buzz Marketing, Web...Será esse o nosso futuro?! De tempos em tempos nossas marcas não vão mais ser anunciadas em revista, televisão e rádio? Os meios de comunicação que quebram os paradigmas estão cada vez mais em alta para interagir com o público, gerar conteúdo e testar novos meios para cativar as pessoas.
Essas são grandes preocupações que cada vez mais pesam nas costas de publicitários que passam o dia na frente de um computador, cara a cara com o desafio.